MANES

Manes_BeAllEndMANES
«Be All End All»
Debemur Morti Productions
9/10
A atribulada existência dos noruegueses Manes é apenas secundada pelo extraordinário ecletismo da sua discografia. E, no entanto, fosse no black metal da sua primeira encarnação, no hip-hop jazzístico e experimental de «How The World Came To An End» ou na electrónica da série de compilações que se seguiu, o grupo teve sempre uma base de fãs ferozmente fiel. Os mesmos fãs que agora consumirão «Be All End All» de forma sôfrega e quase orgásmica. Não apenas porque os noruegueses continuam a evoluir, incluindo elementos de trip-hop e alguns ambientes de banda-sonora na sua abordagem electrónica, mas também porque mantêm o saudável hábito de apresentarem excelência em tudo o que se propõem a fazer. Por isso, e decidindo fazer um disco de trip-hop mais ou menos atmosférico, os Manes apresentam um conjunto de canções altamente evocativas, capaz de viciar qualquer um às primeiras audições para não mais o largar. Constituído por magníficos pedaços muicais introspectivos, arranjos luxuosos ou lambidelas acid jazz, «Be All End All» é a inesperada continuação de «How The World Came To An End» que se esperava, numa espécie de Faith No More em ressaca de cafeína e a ouvir Ulver durante um mês.

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