CINCO BANDAS DE DEATH METAL QUE VALE A PENA OUVIR

Cinco propostas para quem aprecia brutalidade, trevas, vozes guturais, morte e regresso dos mortos.

Cyhyraeth2014CYHYRAETH
Oriundos de Dallas, no Texas, os Cyhyraeth praticam uma furiosa e energética mistura de death metal melódico e thrash, com a particularidade de terem uma secção rítmica invulgarmente poderosa e precisa e de contar com uma vocalista – Jessica Mccain – que “trata” dos tons mais agressivos e, ocasionalmente, insere uma voz feminina melódica na música da banda. «Servant To The Fire», o disco de estreia auto-financiado pelo colectivo, é um bom exercício musical que não imita descaradamente nenhuma influência óbvia e que consegue atingir níveis de intensidade, velocidade e extremismo que facilmente convencem os fãs de death/thrash metal mais tradicional.


 

DireOmen2014DIRE OMEN
O death/black metal dos canadianos Dire Omen é das coisas mais obscuras, extremas e telúricas que poderão ouvir em muito tempo. «Wresting The Revelation Of Futility», o disco de estreia do trio agora editado pela Dark Descent, é uma amálgama de temas pára-arranca de dissonância odiosa, misantropia e death metal ensopado em black metal até ao mais profundo dos ossos. Pode ser uma boa alternativa para quem gosta de Mitochondrion ou Auroch e detesta dias soalheiros.


 

Oraculum2014ORACULUM
Bem das profundezas da cena sul-americana – ou seja, do Chile – os Oraculum praticam uma estirpe de death metal que arrebanha doom e black metal à medida que os quatro temas do seu EP de estreia lançado pela Invictus, «Sorcery Of The Damned», vão precisando. O ADN musical do projecto está bem definido: trevas, influências da intensidade de riffs dos Bolt Thrower, capacidade para o caos dos Sarcofago e para o terrorismo áudio dos compatriotas Pentagram. Dêem-lhes uma oportunidade e o vosso lado negro agradecer-vos-á.


 

VircolacVIRCOLAC
Elementos e ex-elementos de De Novissimis, Cruachan, Lamentations e Sol Axis juntam-se para fazer um death metal soturno, abrasivo e com fortes raízes no doom. Nos seus momentos mais extremos, os irlandeses Vircolac podem no entanto chegar aos mais caóticos e rápidos picos do death metal sul-americano, pese embora exista uma abordagem meio progressiva às estruturas dos temas. A banda tem cerca de um ano, mas a maqueta de quatro temas «Codex Perfida», editada em cassete pela Iron Bonehead, vale realmente a pena ouvir.


 

ZomZOM
Os irlandeses Zom unem death e black metal ao ponto da fusão nuclear, com uma abordagem musical extrema como poucas, uma gravação crua e directa e temáticas de letras que versam sobre perversão, feitiçaria, cosmos e morte. É um pouco atabalhoado na execução, mas com a negridão que apenas o mais profundo underground pode ter. Os ritmos variam entre o d-beat, o crust e o rock’n’roll, passando pelo blastbeat do black metal, enquanto as vocalizações são um rosno death metal que deliciará os fãs de Satistik Exekution. O disco de estreia chama-se «Flesh Assimilation» e pode ser encomendado na Europa através da Invictus.

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