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VOCALISTA DOS TOOL COLOCA PRÓTESE NA ANCA

Tool_Maynard_PostSurgery_2015Maynard James Keenan, vocalista dos Tool e dos Puscifer, submeteu-se recentemente a uma intervenção cirúrgica para colocar uma prótese na anca. O cantor colocou na sua página do Facebook uma foto no pós-operatório com a seguinte mensagem “Não queria assustar ninguém. Queria esperar até estar fora de perigo. Anos a bater o pé deixaram-me sem qualquer tipo de cartilagem na minha anca direita. Substituí-a totalmente ontem. Voltei a andar hoje”. Keenan, que ganhou recentemente o cinturão roxo de jiu jitsu, acrescentou ainda: “Mais doze semanas e estarei de volta ao tapete para trabalhar no cinturão castanho”.

Maynard disse também recentemente à Punchdrink.com que os Puscifer estão prestes a finalizar um novo disco, que deverá ser lançado no Outono. Quanto aos Tool, foi noticiado em Março que a banda terá resolvido uma série de assuntos legais que se arrastaram por oito anos e que estaria de volta às digressões e composição. O sucessor de «10,000 Days», editado em 2006, é assim esperado para breve.

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MASTODON PARTICIPARAM NA GUERRA DOS TRONOS

mastodongameofthrones2O episódio da série televisiva Guerra dos Tronos transmitido esta segunda-feira em Portugal (no Domingo dos E.U.A.) contou com três elementos dos Mastodon. Brann Dailor, Bill Kelliher e Brent Hinds foram convidados especiais do episódio chamado “Hardhome”, que passou no canal de cabo FX. O convite partiu do produtor executivo da série da HBO Dan Weiss, bem como de outros produtores executivos que são todos fãs da banda. As cenas foram filmadas em Belfast, na Irlanda do Norte e os Mastodon aproveitaram a ocasião para visitar os cenários nos Titanic Studios.

Os três músicos são mortos no episódio em questão, voltando depois à vida como Caminhantes Brancos. Os Mastodon fazem também parte da mixtape da Guerra dos Tronos «Catch The Throne: The Mixtape Vol. 2», onde participam com um tema precisamente chamado «White Walker».

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NOVOS LANÇAMENTOS: VAI SER UM VERÃO QUENTE

Nile_Band_2014Longe vai o tempo em que o Verão era uma altura morna para novos lançamentos discográficos. A maior ligação das pessoas à internet, com dispositivos mais portáteis, aliada a uma cada vez mais presente mudança na forma como a música é consumida, faz com que o Verão seja uma altura igual – ou mesmo melhor, se pensarmos no dinheiro extra, de subsídios de férias, que anda a circular – para lançar disquinhos das bandas preferidas das pessoas.

Por isso, entre 21 de Junho e 21 de Setembro vai ser um festim de coisas boas a chegarem. Logo no inicio da estação, vamos ter o regresso de dois nomes veteranos dentro de dois estilos díspares: os Virgin Steele editam «Nocturnes Of Hellfire & Damnation» e os heróis do hardcore nova-iorquino Pro-Pain regressam com «Voice Of Rebellion», o seu décimo quinto álbum de originais em quase 25 anos de carreira. Junho dará ainda tempo para discos novos da bandas brutas como Milking The Goatmachine, Jungle Rot ou Thy Art Is Murder. Os suecos Refused editam «Freedom» e darão certamente um grande Verão aos fãs de punk/hardcore, enquanto que os norte-americanos Abnormal Thought Patterns vão tentar provar as boas indicações do metal progressivo, técnico e instrumental que apresentaram no disco de estreia.

Julho será um mês em cheio. Entre lançamentos ao vivo de bandas como Yes, Death Angel, Dragonforce ou U.D.O., destacam-se «Coma Ecliptic» dos Between The Buried And Me, «Of Ghosts And Gods» dos Kataklysm e «Underworld» dos Symphony X. Os heróis do crossover finlandês Waltari regressam também às edições com «You Are Waltari», enquanto que os misteriosos Locrian lançam mais uma bomba de drone experimental chamada «Infinite Dissolution», mais uma vez pela Relapse. Os Bone Gnawer editam o muito aguardado sucessor da estreia «Feast Of Flesh», enquanto que Gus G, guitarrista de Ozzy Osbourne, aproveita as “férias” que tirou de Firewind para facturar mais um disco em nome próprio, chamado «Brand New Revolution».

Finalmente, em Agosto haverá 11 discos essenciais. Do lado mais bruto do metal, os Nile (na foto) editam «What Should Not Be Unearthed», os Cattle Decapitation disparam com «The Anthropocene Extinction» e os Hate Eternal disponibilizam «Infernus». Os suecos Backyard Babies regressam às edições com «Four By Four» e no mesmo país os Ghost lançam «Meliora» e os Soilwork respondem com «The Ride Majestic». Quem gosta de death/thrash dinâmico e moderno não pode também perder a nova proposta dos Battlecross, chamada «Rise To Power». Do lado do hardcore há a novidade dos Terror, intitulada «The 25th Hour». Restam as novidades de Fear Factory («Genexus»), Bullet For My Valentine («Venom») e Stratovarius («Eternal») para completar um dos mais “quentes” meses de Agosto dos últimos ano.

Setembro, mais concretamente no dia 11, é o mês em que os Slayer entregam ao mundo «Repentless», o seu novo álbum de originais. Posto isto, valerá mesmo a pena destacar mais alguma coisa para o final do Verão?

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POSTO DE ESCUTA 29.05.2015

A perspectiva de um fim-de-semana é sempre uma boa desculpa para vos revelarmos o que andamos a ouvir. eis mais um Posto de Escuta pleno de boas sugestões para aproveitarem os dias de calor que se adivinham.

Arcadia_AdhorribleAndDeathliciousARCADIA «Adhorrible And Deathlicious»
Beyond Prod.
A ideia nem é má. Os Arcadia pegam no metalcore de primeira geração, de bandas como Fear Factory, e dão-lhe um cunho ligeiramente pessoal, nomeadamente ao nível dos arranjos melódicos e de algum peso extra. O resultado justifica a alcunha de “Fear Factory italianos” que o grupo tem, mas ao quinto álbum de originais nota-se alguma estagnação da receita musical e uma ligeira repetição de ideias. A produção deveria ter também um pouco mais de push e brilho, para que a dinâmica dos Arcadia funcionasse um pouco melhor. Ainda assim, se a vossa cena é metalcore experimental, de vocalizações variadas e com um cunho pessoal, «Adhorrible And Deathlicious» pode ter alguma coisa para vocês. (6/10)


 

Chabtan_TheKissOfCHABTAN «The Kiss Of Coatlicue»
Mighty Music
Não deixa de ser impressionante os níveis de ambição e confiança que os franceses Chabtan apresentam logo no seu disco de estreia. Apesar de contarem na formação com músicos de alguma experiência (um dos guitarristas pertenceu aos Discordant e o baterista fa parte dos Song My), o projecto nasceu apenas em 2011 e agora, com «The Kiss Of Coatlicue», apresenta já uma interessante proposta de death metal/deathcore influenciada pela Mesopotâmia. As ligações dos Chabtan ao Médio Oriente são feitas essencialmente por via das letras, mas também de algumas atmosferas e melodias, que encaixam bem no death metal tecnicamente puxadinho e pesado apresentado pelos parisienses. O resultado final respira modernidade, intensidade, também algum exotismo e pode considerar-se uma aposta ganha. Faltam, naturalmente, limar arestas, nomeadamente ao nível da parte mais brutal da música da banda, que carece um pouco mais de personalidade e esclarecimento ao nível da composição, mas para disco de estreia «The Kiss Of Coatlicue» não está mesmo nada mau. (7/10)


 

Prefinal_1_StadtCOLD CELL «Lowlife»
Avantgarde Music
Não muito longe do universo dos compatriotas Schammasch, com quem compartilham o baterista, os suíços Cold Cell chegam ao segundo álbum de originais com uma versão um pouco mais esclarecida do black metal frio e vanguardista que tinham apresentado em 2013 na estreia «Generation Abomination». A variedade rítmica, entre o black’n’roll e a velocidade extrema que traz muita Escandinávia para a música dos Cold Cell, será porventura o departamento em que a banda mais evoluiu. De resto, «Lowlife» não foge muito ao espectro de black metal hermético, feito com os mesmos elementos sónicos de sempre, pese embora usados com parcimónia e alguma criatividade. Mas continua a ser, por opção própria, um disco de black metal para fãs de black metal. (7/10)


 

Exxiles_OblivionEXXILES «Oblivion»
Nightmare Records
Formado pelo ex-baterista dos Reign Of The Architect, Mauricio Bustamante, Exxiles é um novo projecto de heavy metal sinfónico e progressivo, ao estilo de rock-ópera e cheio de colaborações de convidados especiais de renome. A construção musical carece ainda de alguma simplicidade e assertividade, mas a estreia «Oblivion» mostra predicados interessantes para quem gosta de power metal multi-camadas, de melodias inteligentes e laivos progressivos. E depois, claro que gente como Mike Lepond (Symphony X), Chris Caffery (ex-Savatage), Marcelia Bovio (Stream Of Passion), Oddleif Stensland (Communic) ou Wilmer Waarbroek (Ayreon), entre outros, dão sempre um boost de qualidade (técnica e de interpretação) e mais-valia que enriquecem qualquer disco. (7/10)


 

12 Jacket (3mm Spine) [GDOB-30H3-007}HIDDEN ORCHESTRA «Reorchestrations»
Denovali Records
Não há grandes palavras para descreverem o que o multi-instrumentista Joe Acheson faz no seu projecto Hidden Orchestra. Digamos apenas que música electrónica e acústica são fundidas, domadas e apresentadas como nunca ouvimos antes. Neste projecto de remisturas, o senhor levou para o seu estúdio gente como Piano Interrupted, Poppy Ackroyd, Floex ou Long Arm para trabalhar em cima de faixas escritas desde o seu último álbum «Archipelago», de 2012. O resultado é um festim de experimentação musical, cheio de harmonias ricamente texturadas, breakbeat suave enrolado com jazz, música contemporânea fortemente atmosférica a puxar para a banda-sonora e coisas electrónicas que vão muito para além da mera electrónica. É Hidden Orchestra levado à quinta casa da perfeição sónica. (9/10)


 

Teethgrinder_MisanthropyTEETHGRINDER «Misanthropy»
Lifeforce Records
Se quisermos ser rigorosos, temos de descrever a sonoridade dos holandeses Teethgrinder, neste disco de estreia, como uma mistura de grindcore, powerviolencce, black metal, noise e crust. Mas a coisa é feita com tamanha violência e maldade que a última coisa que nos apetece é sermos rigorosos. «Misanthropy» é castanhada da boa, feita com o mesmo tipo de mentalidade que orienta os Napalm Death há décadas: derrubar cada uma das barreiras existentes entre os mais extremos géneros musicais, fazê-lo com inteligência, um olho na experimentação mas sem um pingo de ponderação ou bom senso. Porque o que interessa, no mundinho perfeito dos Teethgrinder, é acelerar até ao ponto da fusão nuclear, desacelerar para atmosferas doom/industriais e depois voltar a acelerar até o ouvinte estar feito numa polpa. Estão avisados. (8/10)


 

TheGreatDiscord_DuendeTHE GREAT DISCORD «Duende»
Metal Blade
Misturam metal progressivo moderno, influenciado por The Dillinger Escape Plan e Meshhugah, com vocalizações femininas de personalidade forte e momentos de uma melancolia que lhes revela a alma sueca. Chamam-se The Great Discord e o seu disco de estreia, «Duende», é uma vertigem de coisas muito interessantes, outras apenas vagamente interessantes e algumas – poucas – que revelam bem a tenra idade do quinteto. A grande vantagem da proposta o projecto é, definitivamente, a forma como conseguem aliar melodia, harmonias clássicas e arranjos tecnicamente puxados. O grande ponto negativo de «Duende» é a falta de foco das canções, que se “limitam” a ser fatias da abordagem musical da banda, sem uma grande personalidade musical vincada. Ainda assim, trata-se de uma estreia reveladora, por parte de uma banda que pode tornar-se bem válida. Assim saiba crescer e evoluir.. (7/10)


 

ThirdIon_13-8BitTHIRD ION «13/8 Bit»
Glasstone Records
Fundados em 2010, os Third Ion são daqueles projectos destinados a fazer grande música que depois, de acordo com sorte, conjuntura e os conhecimentos certos, podem ou não ter o reconhecimento que merecem. Mas uma banda que junta nas suas fileiras um ex-baixista da The Devin Townsend Band (Mike Young), um guitarrista que esteve oito anos nos Into Eternity (Justin Bender),o vocalista dos doomsters The Highest Leviathan (Tyler Gilbert) e um baterista com as qualidades técnicas de Aaron Edgar, só pode mesmo escrever e gravar música de qualidade. É o caso de «13/8 Bit», disco de estreia do projecto, cujo metal progressivo oscila entre a melodia e atmosferas de uns Soen, a libertinagem de uns Fair To Midland e a selvajaria técnica de uns Contortionist. O quarteto une todos os elementos musicais da sua receita com um misto de inspiração, coesão e fluidez natural de grandes músicos. Pode ser o disco certo para tirar o vício Soen do corpo de muito boa gente. (8/10)


 

Vargnatt_GrausammlerVARGNATT «Grausammler»
Eisenwald
Não foram necessários mais do que duas maquetas e um EP para que os Vargnatt se destacassem na competitiva cena alemã de black metal. O motivo é uma abordagem “clássica” (ler “como nos primeiros discos de Burzum e Ulver”) ao black metal escandinavo e naturista. «Grausammler», o primeiro longa-duração do projecto, vem agora confirmar totalmente os predicados do colectivo: uma sólida parede sonora composta por riffs gélidos e evocativos, ocasionalmente “cortada” por passagens acústicas e sempre adornada por atmosferas espessas e pela voz gritada em desespero do mentor Evae. Dentro do black metal nórdico, naturista e atmosférico, não há muito melhor que isto. (8/10)


 

Witchwood_LitaniesFromTheWITCHWOOD «Litanies From The Woods»
Jolly Roger Records
Já sabemos o que vocês vão pensar quando descrevermos o disco de estreia dos Witchwood como “hard/doom rock psicadélico e progressivo”. O que vão pensar é “Mais hippies”. E sim, estes italianos são hippies. O problema, meus amigos, é que também conseguiram fazer um disco do caraças, cheio de recantos de devaneios prog, canções de blues/rock que gritam Led Zeppelin em todos os riffs e uma atmosfera que é preciso ser experimentada para ser verdadeiramente percebida. O facto dos Witchwood se terem formado a partir das raízes de uma banda já algo experiente – os Buttered Bacon Biscuits – ajuda a explicar, mas não justifica toda a genialidade de «Litanies From The Woods». Por isso sim, este é mais um disco que cai no hype do doom/hard rock retro e vintage. Mas não, não é um disco qualquer. (8/10)

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STEVEN WILSON EM PORTUGAL EM SETEMBRO

StevenWilson_2015Steven Wilson, o genial líder e fundador dos não menos geniais Porcupine Tree, tem também uma genial carreira em nome próprio. Nela, o multi-instrumentista e cantor explora um lado mais ecléctico e experimental do rock progressivo com que “ganha a vida” na sua banda principal. E é precisamente esse lado da sua carreira que o traz a Portugal no dia 15 de Setembro, uma terça-feira, para um concerto na Sala Tejo da Meo Arena, em Lisboa. Em cima do palco estará principalmente a novidade «Hand.Cannot.Erase», editada há três meses (da qual faz parte a música que ilustra o vído-clip em baixo), mas também os melhores momentos dos três discos a solo que Wilson editou nos últimos sete anos.

O espectáculo tem início marcado para as 21.30h e as portas abrem uma hora antes. Os bilhetes estão disponíveis nos locais habituais, com um preço único de Eur 25,00.

LEPROUS

CD BookletLEPROUS
«The Congregation»
InsideOut Music
8/10
O modus operandi dos noruegueses Leprous pode estar a tornar-se um pouco repetitivo passados cinco álbuns de originais mas, como «The Congregation» mostra tão bem, a banda consegue compensar essa habituação dos seus fãs com competência, talento e pura inspiração. Por isso, não se admirem se este quinto álbum do colectivo oriundo de Telemark vos soar estranhamente familiar em termos estilísticos; afinal, estamos a falar da mesma abordagem de metal técnico, progressivo mas incrivelmente melódico ao nível das vocalizações que os Leprous já vinham apresentando nas propostas anteriores. O resultado, esse, não é radicalmente diferente mas mostra uma banda mais crescida, mais experiente e mais coesa e isso nota-se nas músicas. Porque são mais eclécticas e, ao mesmo tempo, misturam todos os componentes da receita da banda de forma mais homogénea e coesa. «The Congregation», em resultado disso, pode muito bem ser o disco menos imediato dos Leprous, no sentido em que as canções demoram mais tempo a serem assimiladas em todo o seu espectro sonoro, mas é o mais completo e maduro disco do projecto, que compensará mais o ouvinte depois de algumas audições atentas. Porque nem tudo é juventude, progressão selvática e experimentalismo, as bandas têm de saber evoluir e chegar à idade adulta com uma dose de charme e sofisticação que compense a falta de “sangue na guelra” de outros tempos. Os Leprous, definitivamente, souberam fazê-lo.

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RIVERSIDE EM LISBOA EM OUTUBRO

Riverside_Band_2014É um regresso que se saúda. Os heróis do rock progressivo polaco Riverside voltam a actuar em Lisboa no dia 30 de Outubro, uma sexta-feira, no Paradise Garage. O concerto insere-se na digressão europeia que visa promover o novo álbum do colectivo liderado pelo baixista e vocalista Mariusz Duda, chamado «Love, Fear And The Time Machine» e que tem edição prevista para o mês de Setembro. Na primeira parte do concerto estarão os norte-americanos The Sixxies e os polacos Lion Shepherd. O início dos espectáculos está previsto para as 20.30h, com as portas a abrirem meia-hora antes. Os bilhetes custam Eur 20,00 e já estão à venda nos locais habituais.

Criados em 2001, não demorou muito tempo até que os Riverside e o seu rock/metal progressivo reminiscente de Porcupine Tree e Opeth fossem descobertos pela InsideOut Music, editora por excelência do género. O segundo álbum da banda, «Second Life Syndrome», catapultou-os então numa espécie de turbilhão de popularidade entre os fãs de música progressiva e no mainstream do seu próprio país. Desde aí, mais três discos de estúdio foram editados e os Riverside tornaram-se numa espécie de nome consensual no prog-metal europeu.

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